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Você já parou para pensar um pouco mais sobre a história da cerveja no Brasil?

Embora essa bebida seja um símbolo da cultura brasileira hoje em dia, quase como se tivesse sido criada pelos próprios brasileiros, sua origem vem de longe.

Tanto no sentido geográfico quanto histórico. A cerveja data do Brasil colonial e sua primeira aparição não obteve tanto sucesso por aqui.

Mas, com o tempo, a cerveja se tornou uma das bebidas mais consumidas em bares e restaurantes no país… E a família real portuguesa tem um “pézinho” nisso.

Quer saber mais sobre a história da cerveja no Brasil? Continue lendo e descubra 7 fatos e curiosidades que provavelmente você ainda não conheça!

Teste grátis7 Fatos e Curiosidades Para Conhecer Sobre a História da Cerveja no Brasil

A cerveja é uma das bebidas mais antigas do mundo. Sua origem se deu no antigo Egito e sobreviveu aos milhares anos até chegar ao Brasil. 

Ao longo do tempo, ela foi modificada tanto nos processos quanto no armazenamento. Além disso, ganhou novos sabores e deixou de ser uma bebida restrita à elite para ser uma das mais populares entre os brasileiros.

Hoje, a cerveja tem a capacidade de reunir pessoas em torno dela, por exemplo, em churrascos, bares, confraternizações e almoços. 

Assim, está presente em quase todos os momentos. Por essas e outras, está entre as bebidas alcoólicas preferidas no Brasil.

Portanto, vender cervejas é uma oportunidade para bares, restaurantes e negócios na área da alimentação!

Confira os 7 fatos e curiosidades sobre essa bebida que conquistou os brasileiros:

1. As primeiras cervejas chegaram ao Brasil com os holandeses no século XVII

Isso mesmo que você leu: as primeiras cervejas desembarcaram no Brasil por meio dos holandeses lá no século XVII, época do Brasil colonial.

Elas vieram para o Recife-PE com Maurício de Nassau durante uma expedição para a Companhia das Índias Ocidentais.

Na comitiva, vieram vários artistas, cientistas e profissionais, entre os quais o cervejeiro Dirck Dicx. 

Foi ele quem trouxe a cerveja para o Brasil e construiu a primeira fábrica de cervejas do Brasil e das Américas. Entretanto, quando os holandeses foram embora do Brasil, levaram com eles a cerveja.

Panfleto das primeiras cervejarias no Brasil Imperial (Imagem: reprodução/Brasil de Fato)

2. A popularidade da cerveja só aconteceu com a chegada família real portuguesa ao Brasil

Durante cerca de 150 anos após a partida dos holandeses, a cerveja praticamente desapareceu no Brasil.

Mas, com a vinda da família real portuguesa ao Brasil e, pouco depois, a abertura dos portos brasileiros às nações amigas, a bebida retornou.

Isso porque, segundo alguns registros, o rei tinha o hábito de consumir muita cerveja e não abandonou esse costume..

Já com a abertura dos portos, Portugal perdeu espaço no comércio de vinho e o Brasil passou a importar cervejas inglesas.

Depois, foi a vez das cervejas alemãs caírem no gosto dos brasileiros, pois tinham um sabor mais leve, eram mais claras e vinham em garrafas de vidro.

Assim, a popularidade da cerveja foi aumentando a partir do século XIX.

3. As entregas de cervejas eram feitas em barris dentro de carroças

Se hoje o Delivery de cerveja é super popular entre os consumidores, no Brasil Império também já existia algo parecido.

Naquela época, as entregas das cervejas em barris eram realizadas em carroças que transportavam a bebida em barris sob encomenda vindas principalmente da elite.

Então, podemos dizer que a cervejaria Delivery como conhecemos foi uma evolução desse modelo antigo, não é mesmo?

Produzir cerveja era considerada uma atividade de cozinha no passado. Por isso, as mulheres era as maiores responsáveis por fabricá-la. (Imagem: Freepik)

4. As mulheres eram as grandes produtoras de cerveja 

Hoje em dia, ainda existe um certo estigma em relação às mulheres que consomem cerveja.

Entretanto, o que poucos sabem é que as mulheres eram as maiores responsáveis pela produção familiar de cerveja no passado.

Isso porque, para o pensamento da sociedade daquela época, a produção de cerveja era tida como uma atividade de cozinha, logo, uma atividade para mulheres.

Com o passar do tempo, esse pensamento foi mudando, mas ainda há muita polêmica quando se fala sobre mulheres e cerveja.

5. O retorno das cervejas artesanais

Em um movimento oposto à produção industrial de cervejas, as cervejas artesanais ou caseiras têm cada vez mais se destacado no mercado cervejeiro.

Entretanto, já no século XIX, muitos imigrantes produziam cervejas em suas pequenas fábricas principalmente para consumo próprio, mas também para comércio.

Georg Heinrich Ritter foi o fundador, em 1846, de uma das mais conhecidas cervejarias artesanais, a Ritter.

Entretanto, esse cenário mudou com a Revolução Industrial. O surgimento de grandes grupos de cerveja passou a produzi-la em massa com grandes máquinas.

Com isso, algumas características da bebida passaram por alterações, como:

  • diminuição do tempo gasto nos processos 
  • uso de menos ingredientes
  • redução do preço das cervejas

Assim, o retorno das cervejarias artesanais é uma recuperação dos processo manuais para a produção de uma cerveja mais caseira e menos industrializada.

Cervejaria Ritter fundada em 1846. (Imagem: reprodução/Brasil de Fato)

6. O Brasil ocupa o 3º lugar no ranking mundial de produção de cerveja

Segundo a CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria de Cerveja), o Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja no ranking mundial.

Ele perde apenas para a China e Estados Unidos. A produção nacional da bebida chega a 14 bilhões de litros anualmente com faturamento de R$ 100 bilhões por ano.

Isso representa 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB) e criação de 2,7 milhões de empregos no setor.

Aliás, uma das maiores distribuidoras de cerveja do mundo é uma empresa belga-brasileira do ramo de bebidas: a Ambev.

Por aqui, a cervejas mais vendidas para os consumidores brasileiros são as nacionais, como:

  • Brahma
  • Antarctica
  • Nova Schin
  • Itaipava
  • Crystal
  • Bavária

Assim, dá para notar que realmente a cerveja tornou-se realmente uma das bebidas que mais representam o Brasil. Talvez perca apenas para a caipirinha. 

7. O Delivery de cerveja cresceu durante a Pandemia

Mesmo isolados dentro de casa, os consumidores brasileiros não abriram mão de tomar uma “gelada”, apelido que a cerveja ganhou no Brasil.

Assim, não foi só o Delivery de comida que cresceu durante a pandemia. O Delivery de cerveja deu um salto nas vendas, assim como as bebidas no geral.

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Isso porque com os bares e restaurantes fechados, não restou outra alternativa para os consumidores a não ser pedir a cerveja por Delivery.

Portanto, os estabelecimentos que estavam preparados para atender essa demanda conseguiram lucrar muito!

Entretanto, mesmo após a pandemia, a tendência de pedir cerveja no Delivery tente a continuar, pois oferece muita praticidade e comodidade.

Então, essa é o melhor momento para apostar em vender cervejas no seu Delivery.

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Patricia Carvalho

Patricia Carvalho

Formada em Letras pela Unesp, possui cursos na área de produção de conteúdo, Copywriting e SEO. É redatora na Consumer, buscando sempre trazer conteúdo de valor para donos(as) de bares e restaurantes.

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